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13mar

Foram apresentados no dia 11 de março, na conferência anual da 4A’s (American Association of Advertising Agencies), em New Orleans, os resultados de uma pesquisa da McCann que procurou entender a diferença na percepção sobre a publicidade entre os consumidores e os profissionais da área.

A principal conclusão é que os publicitários não valorizam muito sua profissão, mas os consumidores, por outro lado, aprovam a escolha da carreira. O estudo, feito com mais de 1000 norte-americanos, além de 500 funcionários de agências e também alguns líderes da indústria nos EUA, mostrou que metade dos publicitários acredita que o apogeu da profissão foi há mais de 20 anos. 56% acham que quem trabalha na área gostaria de estar trabalhando em algo mais criativo e 39% que têm mais tendência a sofrer de ansiedade ou depressão.

A boa notícia é que, entre os consumidores, 39% dizem que amam publicidade, 71% aprovam a profissão, 57% dizem que a publicidade dá a eles assunto para conversar e 69% acreditam que ela tem o poder de tornar o mundo um lugar melhor.

Para Laura Simpson, diretora global da ‘Truth Central’, da McCann, isso é muito significativo, “considerando que a indústria sofre de algo parecido com um complexo de perseguição. Na realidade nós deveríamos estar muito orgulhosos do que fazemos”, diz ela.

Fonte: Blue Bus

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25fev

A Ogilvy Action desenvolveu novas peças de comunicação para a Philips que serão alocadas em pontos de venda do varejo onde os produtos da empresa são comercializados. A agência conduziu uma pesquisa que indicou que a maioria dos consumidores tinha dúvidas sobre qual lâmpada comprar, o que a motivou a criar um material educativo sobre as tecnologias e produtos oferecidos pela Philips.

Para a primeira etapa do projeto, foram produzidas testeiras, faixas de gôndola e stoppers com informações a respeito de cada um dos produtos. Na segunda etapa, as lojas receberão testadores e porta-blisters, além do suporte ao lojista, afim de auxiliar os clientes.

Fonte: Propmark

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20fev

Ferrari lidera ranking do Brand Finance; Apple foi uma das surpresas, caindo do primeiro lugar para o décimo em um ano.

1º Ferrari

De acordo com o estudo da consultoria Brand Finance, a escuderia é a marca mais poderosa do mundo. Embora a montadora não seja a maior empresa do planeta — posto conquistado pela Apple — sua marca, ainda forte, é uma das mais infuentes junto ao consumidor e diante dos pares no setor.

Valor de marca em 2013: 3,6 bilhões de dólares

2º Google

A gigante da tecnologia continua entre as mais valiosas do mundo, e é a primeira do setor a ser ranqueada. A companhia sustentou o segundo lugar do ano passado, enquanto seus concorrentes no terreno tech foram quase todos retirados do top 10 (Microsoft e IBM são exemplos). A exceção fica por conta da Apple, outra importante empresa do setor, que só aparece no décimo lugar.

Valor de marca em 2013: 52,1 bilhões de dólares

Valor de marca em 2012: 45,7 bilhões de dólares

3º Coca-Cola

Como não poderia deixar de ser, a marca de maior orçamento publicitário do mundo reforça seu poder fechando o pódio do ranking em 2013. O nome  automaticamente reconhecido em quase qualquer lugar do planeta perdeu algumas posições no ranking, onde ocupava a liderança.

Valor de marca em 2013: 34,2 bilhões de dólares

Valor de marca em 2012: 31,1 bilhões de dólares

As outras sete são: 

4º PricewaterhouseCoopers

5º Hermès

6º Walt Disney

7º Dior

8º Johnnie Walker

9º Nike

10º Apple

 

Fonte: Exame

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31jan

Um relatório divulgado pela Anatel nesta última segunda-feira, 28, destaca que a base de assinantes de TV paga no Brasil registrou um crescimento de 27% em 2012.

Com este crescimento, o país fechou o ano com cerca de 16,2 milhões de assinantes, aponta a Reuters. Somente em dezembro foram 221 mil novas adesões, uma alta de 1,39% sobre o número de clientes em novembro.

Segundo os números da Anatel, estima-se que 27% dos domicílios do país já possuam serviços de TV por assinatura, sejam eles via cabo, satélite ou Internet (IPTV).

A Net/Embratel, do magnata mexicano Carlos Slim lidera o mercado, contando com uma carteira de 8,5 milhões de assinantes no final do ano. A SKY/DirecTV possui a segunda maior fatia do mercado, com 5 milhões de clientes.

Quanto ao crescimento no mercado durante 2012, a Oi teve maior destaque, subindo a sua base de clientes para 748,8 mil, mais que o dobro de clientes que tinha quando fechou 2011.

Com este aumento de assinantes, a operadora inclusive passou a ocupar a terceira posição no mercado.

Caindo para o quarto lugar, a Telefônica Brasil, terminou 2012 com 594,9 mil clientes.

Fonte: Baguete

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03jan

A estabilização da economia brasileira refletiu diretamente na qualificação dos shoppers.
Cada vez mais exigentes e menos fiéis às marcas, o perfil começou a forçar os grupos a se adaptarem às novas regras da influência, da compra e da decisão de consumir. O primeiro impacto foi operacional: preços, embalagens, prazos e formatos foram os primeiros a sofrerem mudanças significativas. O cenário, no entanto, se adaptou uma vez mais.

Antes focado em um processo que se iniciava na produção, passando pela logística, varejo, publicidade e promoções, e finalizando no consumidor, a maturidade levou a um novo momento. Hoje, a lógica se inicia no público comprador, seguindo pelo varejo, logística e produção, e sendo permeado pela publicidade e promoções. Continue Reading

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